Bebês e Tecnologia. Como Contornar?
.
.
.
Mais de um terço dos bebês estão clicando em smartphones e tablets nos dias de hoje. Isto está ocorrendo com recém-nascidos durante seus incríveis 6 meses de idade. Ainda assim, os especialista divergem em relação ao tempo de tela para os pequenos.
De acordo com o Pediatric Academic Societes, uma pesquisa com 370 pais que visitaram uma clínica pediátrica na Filadélfia, 36% das crianças menores de 1 ano já tocaram ou rolaram uma tela, 24% ligaram para alguém, 15% usaram aplicativos e 12% jogaram videogame. Aos 2 anos, a maioria das crianças já utilizavam seus próprios smartphones.
Os pais podem ter um peso na consciência “diminuído” quando oferecem as telas para seus filhos utilizarem aplicativos ou programas de TV educativos, de aprendizagem, que promete ensinar números, letras e palavras, mas no geral este tipo de conteúdo não são necessariamente benéficos para o desenvolvimento neural dos bebês. Como citado pela psicóloga Laura E. Berk, PhD, especialista em desenvolvimento na primeira infância: "Com base em evidências científicas sobre como os bebês aprendem, acredito que as informações que um aplicativo de smartphone pode oferecer, como ensinar letras do alfabeto, números e contagem bebês são certamente imprecisas. Além de enganar os pais (trazendo a falsa sensação de contribuir com o aprendizado do filho), as consequências são potencialmente prejudiciais para o desenvolvimento infantil”
De fato, muito tempo de tela não é saudável para nenhuma criança e não há algo que transforme isto numa atividade ideal para bebês. Isto nem deve substituir o bom e velho tempo de lazer, a famosa “hora de brincar”. Além dos bebês, os pais também precisam evitar exageros. Outro estudo recente descobriu que os telefones celulares são responsáveis por 30% da distração dos pais em playgrounds - um momento em que as crianças são mais propensas a fazer algo perigoso.
De fato, muito tempo de tela não é saudável para nenhuma criança e não há algo que transforme isto numa atividade ideal para bebês. Isto nem deve substituir o bom e velho tempo de lazer, a famosa “hora de brincar”. Além dos bebês, os pais também precisam evitar exageros. Outro estudo recente descobriu que os telefones celulares são responsáveis por 30% da distração dos pais em playgrounds - um momento em que as crianças são mais propensas a fazer algo perigoso.
As diretrizes da Common Sense Media adotam uma abordagem menos radical: "Acredite em nós quando dizemos que telas e smartphones fazem mal; porém um pouco de entretenimento digital não vai machucar. Simplesmente encorajamos os pais a limitar o tempo com telas para bebês menos de 2 anos, ao invés de apenas entregar o telefone, recomendamos explorar as imagens, sons e vídeos juntos com seus filhos, conversando e interagindo com o que é mostrado na tela”.
Por Ellen Seidmen,
Fonte: health.com
Traduzido por Equipe Materniza!